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terça-feira, 7 de maio de 2013

Tutorial: Como manipular informações da Área de Transferência

Em primeiro lugar, é importante salientar que o tutorial a seguir foi baseado no Windows 7. Outro Sistema Operacional ou, até mesmo, outras versões do Windows podem apresentar (e provavelmente apresentarão) divergências nos passos aqui descritos. Nesse caso, procure auxílio do bom e velho Google que a nuvem negra logo se dissipará.

Seguramente a maioria de nós acadêmicos, trabalhadores e até desempregados já ouvimos a expressão (aportuguesada) "printar", pelo menos alguma vez na vida. Mas o que isso significa? Para nós (modestamente me incluo) que somos ou já fomos (cá estou, precisamente) da área de TI, esta é uma das informações mais banais que há e este é, justamente, o erro mais repetido pelos profissionais da área: deduzir que todo mundo tenha a obrigação de saber o que ele sabe por julgar quase tudo banal!

Vamos, então, lançar luz sobre algo que desnecessariamente é muito mistificado: "printar" a tela nada mais é do que produzir uma imagem, uma captura, do que está sendo exibido na tela de seu computador em determinado momento. É como se fosse tirar uma fotografia, só que a câmera é o próprio computador.

Para se produzir "prints" de tela existem diversos programas que podem ser utilizados, mas o próprio Windows pode fazer isso sem maiores complicações (de uma maneira não tão automatizada, entretanto). Repare que no seu teclado há um botão chamado "Prt Sc / Sys Rq". Ele fica localizado na parte superior direita, normalmente próximo à tecla "F12":

Se você pressionar esse botão o Windows irá, imediatamente, capturar o que está sendo exibido em sua tela e deixará esse conteúdo na "Área de Transferência".

Área de Transferência é um lugar que "não existe", por assim dizer, pois não é visível ao usuário. É uma área de memória onde fica armazenada qualquer informação que o usuário copie de alguma fonte. Quando, por exemplo, você copia do Word um trecho de um texto ele é enviado instantaneamente para a Área de Transferência e quando você executa a função "Colar", simplesmente está enviando aquele trecho de texto da Área de Transferência para o local onde você efetuou a colagem. Tudo isso pra dizer que quando você pressionar a tecla "Prt Sc / Sys Rq" em seu teclado, a captura da tela vai ficar na Área de Transferência do Windows aguardando até que você cole o conteúdo em algum lugar ou, opcionalmente, copie novas informações para lá em substituição à informação anterior.

Para, finalmente, tornar tudo isso real vamos à prática: "printe" a tela (agora você já sabe como fazer isso), execute o programa Paint (basta clicar no botão "Iniciar" e digitar "paint" que o programa será listado para você executá-lo) e no menu de opções superior do Paint selecione a opção "Colar" ou, opcionalmente, opções "Editar" > "Colar" no barra de menus do programa, conforme exibido na figura:


Agora que o conteúdo foi colado da Área de Transferência, basta você salvá-lo em um arquivo. Para isso, clique no botão "Salvar" e selecione a opção "Imagem JPEG", nomeio o arquivo e escolha uma pasta de sua preferência e fácil memorização para acesso posterior (eu sugiro salvar na Área de Trabalho):


Outra operação muito comumente realizada é a extração de informações de um arquivo .pdf para geração de um arquivo .jpg (uma imagem). Para tanto, abra o arquivo .pdf que contenha a imagem que deseja extrair  e na opção "Editar" do menu do Adobe Reader (supondo que esse seja o programa padrão para manipular arquivos .pdf) selecione a opção "Copiar arquivo para área de transferência", conforme segue:


Daí em diante, utilize os conhecimento adquiridos sobre Área de Transferência e sobre o programa Paint para gerar o novo arquivo JPEG. Certamente você não terá mais dificuldades quando o assunto for "printar" algo!



Saudações Universitárias,


quarta-feira, 24 de abril de 2013

Tutorial: Como digitalizar imagens


A lide diária com as atividades de Polo de Apoio tem evidenciado as dificuldades que muitos de nós temos em relação à tecnologia e seu modus operandi.

No intuito de auxiliar você, aluno (ou leitor casual), em uma das tarefas mais corriqueiras a todo estudante de curso à distância, qual seja a digitalização de imagens, criamos este pequeno tutorial o qual consideramos ser útil, prático e direto.

As orientações aqui descritas não constituem informações oficiais de nenhum "órgão normatizador", entretanto são dicas que podem (e devem) ser utilizadas não somente para fins acadêmicos, mas para a vida digital que nos rodeia. Em meio a elas, você encontrará termos técnicos, definições e taxas que, se necessário for, podem ser pesquisadas na internet para melhor entendimento do tutorial.

Findos os rodeios, mãos à obra!

Tendo em mente que há no mercado uma infinidade de fabricantes, mais infinita, ainda, a quantidade de modelos de scanners e/ou multifuncionais, isso sem falar da incontável quantidade de aplicativos envolvidos, utilizaremos como ilustração o software de digitalização da HP, que consideramos ser o mais difundido. Conheçamos, então, alguns conceitos básicos que são chamados, também, de "etiqueta da web":

- qualquer conteúdo publicado na web (envio por e-mail se enquadra na mesma definição) deve ser racional e racionalizado em função do fator tráfego de dados. Tudo o que visualizamos em determinado website, por exemplo, é transferido ao nosso computador antes, sem que percebamos, para que a visualização seja possível. Nesse ínterim, imagens precisam ter tamanho otimizado para não haver sobrecarga nos computadores que a armazenam;

- o tamanho final de uma imagem para a web vai depender, obviamente, do tamanho de sua original. Entretanto, é necessário conhecer as maneiras de otimizar a digitalização. A seguir, você verá uma imagem que foi digitalizada de maneira "crua", ou seja, sem nenhuma espécie de otimização. O tamanho do arquivo produzido pela digitalização foi de 2,53mb, inaceitável para transitar via internet! Sem falar que não houve preocupação com a exclusão de áreas de informação inútil, conforme pode ser visualizado à esquerda da página. Este, diga-se de passagem, é o estado mais comum das imagens postadas no AVA a título de comprovação de AC:

Imagem digitalizada sem qualquer espécie de otimização

Agora, vamos ver passo-a-passo o procedimento para digitalização de uma imagem e entender como otimizar o arquivo final para que ele possa trafegar "honradamente" pela internet.

Em primeiríssimo lugar, temos que saber duas coisas: o formato de arquivo para o nosso fim sempre será .jpg e que para produzir o resultado esperado temos que adotar como padrão de digitalização a resolução de saída de 200ppi. Sempre e não mais do que isso!

O quadro central que está destacado em verde demonstra a unidade de medida padrão que deve ser adotada ao se trabalhar com imagens para web, o pixel. Procure acostumar-se a utilizá-lo sempre! À esquerda, é possível notar o serrilhado de seleção que permite excluirmos áreas indesejadas da imagem a ser digitalizada. É ele o centro das atenções neste tutorial, pois é quem torna real a otimização do tamanho final de um arquivo. O quadro à direita mostra a economia de tamanho proporcionada pela simples exclusão dos cantos inúteis da imagem: uma redução de quase 400kb, ou seja, quase 10%.

Exemplo de configuração básica para digitalização de imagens

Agora, vem a definição mais importante a ser entendida e aplicada no processo de digitalização/criação de imagens para web: as dimensões do imagem. A unidade de medida utilizada para tal foi apresentada acima, lembra qual? Exatamente, o pixel!

A dica, aqui, é o bom senso e bom senso só vem com vivência. Neste caso, é preciso digitalizar e ler o resultado pra aprimorar sua técnica de produzir arquivos coerentes. Outra dica importante é abrir o arquivo da imagem digitalizada em seu computador e ver com seus próprios olhos o resultado... se você recebesse o mesmo arquivo de alguém ficaria satisfeito com a experiência de leitura das informações?

Para não deixar no ar, uma configuração inteligente de dimensões para uma página A4 (exatamente o tamanho original da imagem exemplo deste tutorial) seria a saída em arquivo de 800x600 pixels, conforme exibido na imagem abaixo:

Exemplo de configuração avançada para digitalização de imagens

Reparou no quadro inferior direito? Adotando as configurações sugeridas nesse tutorial você digitalizará uma página tamanho A4 e produzirá uma arquivo .jpg com tamanho final de apenas 406kb e ótima legibilidade! Você deve estar se perguntando: "como assim 406kb se o quadro destacado exibe a informação de 1,4mb?" Não vamos detalhar isso aqui, mas a título de curiosidade, antes de efetivamente gerar o arquivo .jpg o software de digitalização aplica uma compressão no arquivo, reduzindo consideravelmente seu tamanho final, conforme pode ser comprovado na imagem abaixo ao fazer o download para o seu computador:

Imagem digitalizada com otimização aplicada


Por hoje é isso, pessoal! Espero ter conseguido ajudá-los ao menos um pouco nessa árdua tarefa de obter um diploma.



Saudações Universitárias,